Bullmastiff Brasileiro
Depoimentos

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A voz de quem convive com o Bullmastiff Brasileiro

O Bullmastiff Brasileiro é mais do que um cão de guarda — é um companheiro fiel, inteligente e protetor.
Nesta seção, reunimos relatos reais de tutores e criadores que compartilham sua experiência com a raça.
A Diana mudou completamente minha visão sobre cães de guarda. O Bullmastiff Brasileiro é, ao mesmo tempo, imponente e amoroso. Ela é protetora, fiel e tem uma inteligência impressionante. Além de ser minha companheira de todos os dias, é parte da família e motivo de muito orgulho por representar uma raça genuinamente brasileira.
Quando começamos o projeto do Bullmastiff Brasileiro, nossa intenção era simples, mas desafiadora: criar um cão que unisse força, equilíbrio e lealdade. Hoje, ver essa raça consolidada em várias regiões do país, reconhecida pelo seu temperamento dócil com a família e firmeza no trabalho, é uma realização imensa. O Bullmastiff Brasileiro representa o verdadeiro espírito do campo e da guarda responsável — um cão que protege com instinto, mas convive com amor. É, sem dúvida, um orgulho nacional.
Meus cães,que guardam minha casa em Coronel Xavier Chaves-MG,onde fabrico o queijo Catauá. A direita,Hulk,pai do Django, à esquerda. Bullmastif brasileiros, raça fantástica,criada por meu amigo Nando Chaves,que também produz a inigualável cachaça Século XVIII. O Nando ,baseado em sólido conhecimento de caracteres raciais, com inteligência e perseverança, criou o BMB, um "fila aperfeiçoado" eliminando a endogamia secular das antigas linhagens do fila brasileiro,que levavam à displasia cocho-femural e letais torções gástricas, entre outros males. Um poeta cubano disse:"Todo homem deveria ter filhos, plantar uma árvore e escrever um livro". Parabéns, Nando Chaves! Você tem bravos filhos, cultiva raras linhagens de cana cubanas e está escrevendo a história da raça BMB.
Nando, acho que o cachorro que comprei de você acabou gerando um prejuízo pra mim. O meu netinho, Rafaelzinho, de dois anos, faz dele gato e sapato: puxa as orelhas dele, puxa as bochechas dele, senta em cima dele, onde vai o cachorro vai atrás. Aí eu falo pra ele: o Valente é do Vovô! Ele diz: não Vovô, ele é minha! E o pior é que o cachorro só acompanha ele. Eu comprei. Investi. E, no fim das contas, estou perdendo o cachorro. Não posso reclamar dele no sentido de impor respeito a terceiros que não estejam com a gente. E nem de que ele não entende imediatamente quem são as visitas. Isto não! Mas, ele adora o Rafaelzinho, e vice-versa! Estou com ciúmes!
Proprietario do Valente
O que a Nix tem de extraordinário é a rusticidade, e duas coisas provam isso: (1) mesmo morando a maior parte da vida em uma chácara, ela nunca se machucou ou sequer pegou carrapatos; (2) quando cruzou com o Lobo, no parto, entre o primeiro e o último filhote (o 11º) que nasceram, passaram-se mais de 30 horas, e ela levou tudo muito bem. Todos nasceram saudáveis e fortes, tendo apenas dois não sobrevivido porque ela acabou se deitando sobre eles no desconforto final do parto. Fora esse acidente, tudo correu muito bem. Foi uma ótima mãe e se recuperou rapidamente. Ela tem uma guarda muito boa também: é ativa, esperta e corajosa, mas ao mesmo tempo equilibrada. Se percebe que a visita é bem-vinda — e ela percebe isso rapidamente —, se acalma. Ainda assim, permanece observando: atenta e desconfiada. Ou seja, aceita a visita, mas não relaxa. Do ponto de vista físico, ela é perfeita: relativamente alta e pesando cerca de 40 kg. Em outras palavras, é grande o suficiente para ser potente e pequena o suficiente para ainda ser ágil. Não apresenta exageros de pele solta, entre outros aspectos. Trata-se de uma cadela muito equilibrada, tanto física quanto mentalmente.

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